Ageu: a história da nossa geração

ageu

Contexto histórico: o profeta Ageu exerceu seu ministério 17 anos após a saída do povo do cativeiro da Babilônia, companheiro de Zacarias, foi contemporâneo de Esdras e Neemias.

Levando em conta o tempo que o povo ficou preso no cativeiro assim que voltaram para Jerusalém, era de se esperar que começassem a reconstruir suas casas e a cidade. O que fica evidente é que 17 anos depois da libertação do cativeiro por culpa do próprio povo, diga-se de passagem, os hábitos do povo foram sendo mudados ao não resistirem para manter sua confiança e fé no Deus que o fez sair do Egito e, entre outros milagres, como a terra prometida, a travessia do Mar vermelho e do Jordão, o reinado de Davi e Salomão (duas épocas de firme e substancial presença de Deus no meio da nação de Israel).

Assim que retribuímos ou seria uma vingança? Ou greve? O povo culpara a Deus por terem sido levados cativos? Independente disso, vemos aqui um quadro que vivemos nos nossos dias: a distância de Deus e a preocupação exagerada com o que é nosso.

Partindo do principio que tudo é Dele, por meio Dele e para Ele, já estamos errados. Segundo ponto a se observar e, talvez o mais importante, a nossa gratidão é tão pequena, quase zero (quando não é zero), que não importa o milagre ou a benção, nunca estamos satisfeitos com Deus. Como se fosse Sua obrigação e prioridade sempre que nós, bebês chorões, damos o primeiro sinal de dor ou magoazinhas ridículas, Ele deve parar de ser adorado nos Céus e descer para nos acodir.

Olha que isso aconteceu no ano 520 a.c. Estamos nos tornando pouco a pouco como a geração de Ageu e Zacarias no pior dos sentidos: não temos práticas fundamentais para, pelo menos, dizermos que somos Seu filho; não parecemos nada com Ele a ponto de sermos abordados da seguinte forma: “Você cristão? Não posso acreditar!”. E isso se repete mais e mais vezes e com mais e mais irmãos.

Na verdade parece que estamos nos tempos de Lutero, onde as pessoas eram enganadas por não terem acesso a palavra de Deus, a Bíblia. Entretanto, a nossa diferença é que somos acomodados de tal forma, que é inaceitável. Meu povo peca por falta de conhecimento: seria muito simples apenas utilizarmos esse versículo, levando em consideração um povo que nem a lê a Bíblia e não ora. Por isso deixo aqui a palavra de Ageu: o Pai está esperando nossa posição para encher o templo e dias de glória voltar a ser comum na nossa geração.

Deixe de lado suas próprias construções, o seu EU e aceite esse desafio de construir um templo em sua vida, casa, família e comece a experimentar o inundar da glória de Deus.

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2 comentários

  1. pois é… já diziam por aí: “venha a NÓS TUDO, e ao vosso REINO NADA.”
    mas eu tenho esperança em pessoas como o autor desse texto, nas pessoas que o Pai tem tocado o coração e aberto os olhos. :)
    God bless us!!

  2. Poxa! O ministério do balde de água fria continua firme e forte, né! rsrs
    Esse ministério é benção, viu! Eu que o diga. ;D

    Pois é, como dizer que amamos a Deus se não buscamos conhecê-lo?
    Minha posição determinará o nível de preenchimento do templo. Núh, que responsabilidade!

    Eu aceito esse desafio!

    E você sempre com uma palavra intrépida sobre minha mente tempestiva.
    Que o Senhor não cesse de derramar e derramar!

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