Uma das coisas mais estúpidas que já acreditei em termos de religião foi que a composição da população do céu podia ser mensurada pelo número de pessoas que dissessem sim a um apelo de conversão a Jesus Cristo feito nas bases da tradição do cristianismo protestante evangélico anglo-americano. Traduzindo: se você acredita que irão para o céu somente as pessoas que aceitam a Jesus como salvador depois de ouvir o evangelho pregado a partir da cultura anglo-americana, então você está em apuros: o seu céu é pequeno demais; o seu Deus é pequeno demais; o seu Cristo é pequeno demais; o seu evangelho é pequeno demais; o seu Espírito Santo é pequeno demais; o seu universo de comunhão é pequeno demais; seu projeto existencial é pequeno demais; sua peregrinação espiritual é pequena demais.
É urgente que se articule uma outra maneira de convocar pessoas para que se coloquem a caminho do céu. Uma convocação que considere que “nem todo o que me diz Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade do meu Pai que está nos céus” – palavras de Jesus. Uma convocação que re-signifique o conceito de céu, que deve deixar de ser um lugar geográfico em outro mundo para onde se vai após a morte, para significar uma dimensão de relacionamento com o Deus Eterno para a experiência contínua do processo de humanização: estar em Cristo, ser como Cristo, ser Cristo. Com isso quero dizer que o convite para aceitar Jesus como salvador como credencial para ir para o céu não é a melhor convocação. A melhor convocação é um chamado para se tornar uma outra pessoa. A peregrinação espiritual cristã não é uma migração de um lugar para outro, mas de um estado de ser para outro. Nosso destino não é o céu. Nosso destino é Cristo. E tenho certeza de que muita gente vai chegar lá mesmo sem nunca ter ouvido o plano de salvação desenvolvido pelos teólogos sistemáticos anglo-americanos.








Filhão este comentário além de ser tendencioso que história é esta e baseada em que sobre o que você usou para avaliar sobre salvação e reino dos céus. Que nosso maior objetivo é expressarmos a Cristo assim com ele é dizer que a salvação pelo simples fato de o confessarmos e o reconhecermos como Senhor e Salvador fosse determinado por medidas humanas. Concordo: não fui salvo ou fui e ainda sou transformado todos os dias pela religião. Não tive um mero encontro com Ele por causa da eloqüência de um pregador mas por causa daquele que nos amou. Não discorro de linhas de pensamentos calvinistas ou armianistas. Sei quem sou e para que fui chamado. Não fomos salvos por questões geográficas ou culturais. Mas por causa da maravilhosa graça. e que mesmo sendo de graça, ela foi paga por alguém. E paga por um preço muito caro. Citaria vários textos, mas não é esta a questão. O céu só é céu por cauda da presença dEle. Se a credencial para ir ao céu (e olha Deus tem muito que o céu, Ele quer trazer um governo celestial restaurado aqui na Terra) é justamente confessá-Lo não a tornemos fútil, pois o evangelho é exatamente isso; simplicidade. Simplicidade para vermos que o verdadeiro alvo é Cristo.
Um beijão filhão
“Porque o que não me confessar diante dos homens, Eu tambem não o confessarei diante do Pai”
Jesus Cristo.
Cara nos temos que confessar sim, se não for o aceitando então será aceitando a Ele pregando e se você prega o evangelho da cruz ou melhor de Cristo e a mensagem da cruz é porque você creu, se crermos seremos salvos e se não crer já estamos condenados porque não cremos no filho de Deus.
Porém a fé é pelo ouvir e ouvir a palavra de Deus mas se é assim se não ouver alguem que creia para que pregue as pessoas não aceitarão e nem mesmo o conheceram, as nossas obras não nos levará ao céu, o homem pode ser bom mas se não tiver Cristo como salvador não terá a salvação!! sem fé não veremos Cristo e não o veremos porque a fé é fundamentos das coisas que não se vê mas cremos e se não crermos em Cristo então não seremos salvos, quando o aceitamos verdadeiramente ha mudanças em nosso modo de ser!! abraço fiquem na paz de Cristo Jesus!!