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	<title>..:: Arte Com Cristo ::.. &#187; Gabriela</title>
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		<title>Servir é sofrer</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 23:36:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se o apóstolo Paulo convivia com fadiga, frustração e medo em seu ministério, o quê nos faz pensar que podemos evitá-lo no nosso? A cruz deve ser um elemento essencial na nossa definição de realização pessoal. Medimos o sucesso de acordo com os padrões do mundo, e não para desafiá-los com a forma radicalmente diferente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.artecomcristo.com/wp-content/uploads/2010/08/nao-desisto-de-servir-a-deus.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1444" src="http://www.artecomcristo.com/wp-content/uploads/2010/08/nao-desisto-de-servir-a-deus-300x300.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a></p>
<p><strong>Se o apóstolo Paulo convivia com fadiga, frustração e medo em seu ministério, o quê nos faz pensar que podemos evitá-lo no nosso? A cruz deve ser um elemento essencial na nossa definição de realização pessoal. Medimos o sucesso de acordo com os padrões do mundo, e não para desafiá-los com a forma radicalmente diferente que a Bíblia ensina como caminho para a realização pessoal, profissional e espiritual. Esta pode ser uma razão pela qual a Igreja de hoje tem muita superficialidade.</strong></p>
<p>Escrevo logo após participar de uma semana de ministração a pastores em meu país, o Sri Lanka. Eles atuam na região sul da Ilha de Ceilão, uma região marcada por sangrentas lutas separatistas e por muitas restrições ao exercício da fé cristã. Muitos deles trabalharam dez, 15 anos, antes de ver algumas conversões genuínas ao Evangelho, e a preço alto: foram agredidos, sofreram falsas acusações e ameaças de morte, tiveram templos apedrejados e filhos perseguidos na escola. Há aqueles que, infelizmente, desistem depois de alguns anos enfrentando toda sorte de dificuldades para tornar o nome de Cristo conhecido por seguidores do budismo e do hinduísmo, crenças professadas por mais de 80% dos cingaleses.</p>
<p>Sinto-me por vezes humilhado e envergonhado pela maneira como me queixo dos meus problemas, que são ínfimos em comparação com o daqueles irmãos. Quando faço ministrações no Ocidente, meus sentimentos são muito diferentes. Lá, sou capaz de “usar meus dons” e passo a maior parte do tempo fazendo coisas de que gosto. Tudo é mais fácil e prático! Mas, quando eu volto a ser líder em uma cultura como a do Sri Lanka, a frustração me assalta. A transição entre ser um palestrante diante de plateias cristãs em países da Europa ocidental ou dos Estados Unidos e ser um líder cristão em minha terra é difícil. Por isso mesmo, tenho pensado muito na questão do sofrimento na vida cristã. Como líder, segundo as Escrituras, eu sou servo das pessoas com que convivo. O cumprimento de minha vocação no Reino de Deus tem um caráter distinto, diferente do que significa satisfação perante a sociedade. O próprio Jesus disse: “Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e consumar a sua obra” (João 4.34). Então se fizermos a vontade de Deus, estaremos felizes e satisfeitos? Não, não é bem assim. Para Jesus, fazer a vontade do Pai significou enfrentar a cruz. Por que deveria ser diferente para nós?</p>
<p>A cruz deve ser um elemento essencial na nossa definição de realização pessoal. Tenho visto jovens cristãos que voltam ao Sri Lanka depois de estudar no Ocidente. Eles retornam altamente qualificados, mas a nossa nação pobre não pode dar-lhes o reconhecimento que suas habilidades adquiridas lá merecem. Então, eles se veem compelidos a lidar com a frustração ou abandonar de vez o país. Alguns montam suas próprias organizações, de modo a cumprir o que acreditam ser sua visão. Outros tornam-se consultores, dando treinamento e assessoria especializada a quem pode pagar por isso. E há, também, aqueles que pagam o preço de se identificar com o nosso povo e, finalmente, ter um profundo impacto sobre esta nação. Tento mostrar a eles que sua frustração poderia ser o meio para o desenvolvimento de uma mais visão profunda. Cito os exemplos de homens como Calvino e Lutero, que tiveram uma enorme variedade de ocupações e responsabilidades, de modo que só podiam usar os seus dons em meio ao cansaço. No entanto, os frutos de seu trabalho como líderes e escritores ainda abençoam a Igreja.</p>
<p>A teologia de Paulo no Novo Testamento enfatizou a necessidade de suportar pacientemente a frustração que vivemos em um mundo caído, aguardando o resgate da criação. Para o apóstolo, a natureza geme por causa de nós e vive essa frustração, conforme Romanos 8.18-27. Creio que não incluímos devidamente essa frustração em nossa compreensão do mundo. Medimos o sucesso de acordo com os padrões do mundo, e não para desafiá-los com a forma radicalmente diferente que a Bíblia ensina como caminho para a realização pessoal, profissional e espiritual. Uma igreja que tem uma compreensão errada dos dons dos seus membros vai certamente tornar-se doente. Esta pode ser uma razão pela qual a Igreja de hoje tem muita superficialidade.</p>
<p>Contemporaneamente, a ênfase na eficiência e nos resultados mensuráveis torna ainda mais difícil suportar a frustração. Nos últimos séculos, o desenvolvimento industrial e tecnológico no Ocidente fez da eficiência e da produtividade seus valores principais. Com o rápido desenvolvimento econômico, as coisas que eram consideradas luxo no passado tornaram-se não só necessidades, como também direitos, mesmo nas mentes dos cristãos. Num ambiente desses, a ideia cristã de compromisso entra em xeque. Costumamos chamar nossas igrejas e organizações cristãs de “famílias”, mas as famílias são muito ineficientes se comparadas a essas organizações eclesiásticas. Em uma família saudável, tudo para quando um de seus membros tem grandes necessidades. Em contrapartida, nós, em nossas comunidades, muitas vezes não estamos dispostos a estender esse compromisso para a vida cristã do corpo.</p>
<p><strong>Compromisso com pessoas – </strong>O modelo bíblico da vida em comunidade é a ordem de Jesus para amarmos uns aos outros como ele nos amou. O princípio da liderança cristã é a do Bom Pastor que dá a vida pelas ovelhas, jamais abandonando-as mesmo quando a situação é perigosa (João 10.11-15). Quando Deus nos chama a servi-lo, ele nos chama também para morrer em favor do povo a que servimos. Nós não descartamos as pessoas quando têm problemas e não podem fazer o seu trabalho corretamente, pois servimos justamente para ajudá-las a sair de seus problemas. Nós não dizemos às pessoas para encontrar outro local de serviço quando expressam contrariedade ou mesmo se revoltam contra nós. O certo é trabalhar com elas, até que as partes conflitantes cheguem a consenso entre concordar ou discordar. Mas, quando as pessoas saem de uma igreja porque não se encaixam no programa proposto ali, isso comunica uma mensagem fatal: a de que nosso compromisso é com o trabalho, e não com as pessoas.</p>
<p>O triste resultado disso é que os crentes não têm a segurança de pertencer a uma comunidade que vai ficar e lutar por eles, não importa o que acontecer. Por isso, tornam-se superficiais, nunca desenvolvendo verdadeiros vínculos e jamais crescendo rumo à maturidade. Passam a deslocar-se de grupo para grupo, na expectativa de achar seu porto seguro. Uma igreja comprometida com programas pode crescer numericamente, mas não vai nutrir suficientemente os cristãos bíblicos que entendem as implicações de pertencer ao Corpo de Cristo. Sim, lidar com pessoas é, muitas vezes, frustrante. Mas nós temos de suportar as decepções advindas desse relacionamento, porque Cristo nos chamou para que nos doemos aos outros.</p>
<p>Tempos atrás, preguei sobre compromisso numa de minhas viagens ao Ocidente. No espaço de poucos dias em que durou aquela jornada, fui procurado por algumas pessoas. Todas relataram casos em que conhecidos, quando não eles mesmos, haviam deixado um grupo ou uma pessoa por causa de problemas. Uma dessas pessoas tinha saído de um casamento que considerava infeliz; outra deixara a igreja à qual pertencia por não concordar mais com suas propostas; um terceiro contou que tivera de abandonar o diante de dificuldades incontornáveis com os colegas. Cada uma dessas pessoas descrevia sua saída como uma versão misericordiosa do sofrimento. No entanto, não pude deixar de me perguntar se, em cada um daqueles casos, a única coisa que aquelas pessoas deveriam ter feito, como cristãs, não teria sido para ficar e sofrer.</p>
<p>Muita gente se solidariza comigo e com meu ministério pelo fato de eu servir em um país assolado pela guerra e hostil ao evangelismo. Na verdade, temos sofrido muito por isso, e somos afetados diretamente pela atual situação de Sri Lanka. Há alguns meses, um de nossos funcionários foi brutalmente agredido e morto. Tenho enfrentado diversas lutas durante meu trabalho na Mocidade para Cristo cingalesa, mas posso dizer que essa entidade, ao lado de Jesus e de minha família, tem sido a maior fonte de alegria para mim.  Pela graça de Deus, conto com um grande grupo de pessoas a quem recorro pedindo oração quando tenho necessidades. Uma delas, sem dúvida, é superar o cansaço. Quando escrevo sobre isso, muitos desses amigos de caminhada respondem dizendo que estão orando para que Deus possa me fortalecer e orientar na minha luta diária.</p>
<p>Contudo, existem diferenças na forma como os amigos do Oriente e alguns no Ocidente respondem. Tenho a sensação forte de que muitas pessoas no Ocidente pensam que lutar contra o cansaço por excesso de trabalho é prova de desobediência a Deus. Mas vamos ter de suportar o cansaço quando nós, como Paulo, formos servos do povo de Deus. O Novo Testamento é claro ao dizer que aqueles que trabalham para Cristo sofrerão por causa de seu trabalho. O Senhor nos chama em meio ao cansaço, ao estresse e à tensão. Paulo falou muitas vezes sobre as lutas físicas e mentais que o levaram a sofrer em seu ministério. A lista é longa: abalos emocionais (Gálatas 4.19); raiva (II Coríntios 11.29); noites insones e fome (II Coríntios 6.5); angústia e perplexidade (II Coríntios 4.8); fadiga (Colossenses 1.29). Em declarações que soariam radicalmente contra a cultura contemporânea, o apóstolo disse coisas como “ainda que o nosso ‘eu’ exterior se corrompa, o nosso ‘eu’ interior se renova de dia a dia” (II Coríntios 4.16). E o que dizer do texto que, no mesmo livro, fala rm ser entregue à morte por causa de Cristo? “De modo que a vida de Jesus também se manifesta em nossa carne mortal. Então, a morte é não é apenas a obra em nós, mas a vida em vós” (II Coríntios 4.11-12).</p>
<p><strong>A glória da dor – </strong>Temo que muitos cristãos leiam tais textos apenas com interesse acadêmico, não pensando seriamente em como esses princípios devem ser aplicados em suas vidas. O Ocidente, depois de ter lutado contra a tirania do tempo, tem muito a ensinar ao Oriente sobre a necessidade de descanso. Ao mesmo tempo, o Oriente pode ensinar ao outro lado acerca das lutas físicas que vêm de compromisso com as pessoas. Ocorre que o sofrimento é um passo inevitável no caminho para a realização. Desde que a cruz é um aspecto fundamental do discipulado, a Igreja deve treinar líderes cristãos a esperar a dor e o sofrimento. Quando uma perspectiva assim entra nas nossas mentes, a dor, por mais forte que seja, não vai tocar nossa alegria e contentamento em Cristo. Tanto, que em nada menos que dezoito diferentes passagens do Novo Testamento, sofrimento e alegria aparecem juntos – e, na ótica paulina, o sofrimento é muitas vezes motivo de alegria, como expressou em Romanos 5.3-5.</p>
<p>Em um mundo onde a saúde, a aparência física, o acúmulo de bens e as facilidades da vida moderna ganham proeminência quase idólatra, Deus quer chamar cristãos para demonstrar a glória do Evangelho suportando a dor e o sofrimento. O curioso é que as pessoas que estão insatisfeitas após buscar incessantemente essas coisas, que sozinhas não satisfazem os anseios da alma, surpreendem-se ao ver gente alegre e contente, mesmo em meio a dificuldades de todo tipo. Talvez esta seja uma nova – e eficiente – forma de demonstrar a glória do Deus diante dessa cultura hedonista.</p>
<p>A Bíblia e a história mostram que o sofrimento é um ingrediente essencial para alcançar as pessoas não alcançadas. E o Ocidente está rapidamente se tornando uma região de não alcançados. Será que a perda de uma teologia do sofrimento pode levar a Igreja ocidental a tornar-se ineficaz na tarefa de evangelização? Sua congênere oriental, no entanto, floresce no anúncio das boas novas, mesmo em contextos de intensa perseguição à fé. É por isso que a troca de influências entre os dois lados da cristandade tem sido tão significativa, e disso posso falar por experiência própria. Cristãos, tanto no Oriente como no Ocidente precisam ter uma teologia do sofrimento se quiserem ser saudáveis e frutíferos nas mãos do Senhor.</p>
<p><strong><em>Ajith Fernando</em></strong><em> é diretor nacional de Mocidade para Cristo em Sri Lanka e líder de uma igreja cristã em Colombo, a capital do país. Autor do livro Convite à alegria e dor, escreveu este artigo como parte da Conversa Global , evento preparatório do III Congresso Mundial de Evangelização, que acontece em outubro na Cidade do Cabo (África do Sul)</em></p>
<p><em>fonte: http://cristianismohoje.com.br/ch/servir-e-sofrer</em><a href="http://cristianismohoje.com.br/ch/servir-e-sofrer/"></a></p>
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		<title>O evangelho não é chiclete</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 13:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse pequeno vídeo, Sonny Sandoval, vocalista da banda P.O.D., fala sobre seu entendimento do que é o evangelho, baseando-se no relacionamento entre Pedro e Jesus. fonte: http://solomon1.com/a/2010/19/o-evangelho-nao-e-chiclete]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.artecomcristo.com/wp-content/uploads/2010/08/chicletes.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1436" src="http://www.artecomcristo.com/wp-content/uploads/2010/08/chicletes-300x209.jpg" alt="" width="240" height="167" /></a></p>
<p><a href="http://www.artecomcristo.com/wp-content/uploads/2010/08/chicletes.jpg"></a>Nesse pequeno vídeo, Sonny Sandoval, vocalista da banda P.O.D., fala sobre seu entendimento do que é o evangelho, baseando-se no relacionamento entre Pedro e Jesus.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/14254161" width="480" height="360" frameborder="0"></iframe></p>
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<p>fonte: http://solomon1.com/a/2010/19/o-evangelho-nao-e-chiclete<a href="http://solomon1.com/a/2010/19/o-evangelho-nao-e-chiclete/"></a></p>
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		<title>Amar é Perdoar</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 22:13:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.artecomcristo.com/wp-content/uploads/2010/07/Picture-1.png"><img src="http://www.artecomcristo.com/wp-content/uploads/2010/07/Picture-1-300x213.png" alt="" width="300" height="213" class="alignnone size-medium wp-image-1293" /></a></p>
<div>As pessoas são estranhas. Sabe-se lá o que se passa em suas cabeças. Um movimento em falso ou palavra errada, inexplicavelmente, apaga, ainda que momentaneamente, os muitos anos de convivência. Descontroladas pela ira, contrapondo-se o amor, elas se esquecem que mais importante que se sobressair em uma situação, é o valor de um amigo, de um amante, de um pai, de uma mãe, de um desconhecido ou de qualquer um que seja. Não, eu não sou anormal, obviamente também estou incluído nessa triste verdade. O sangue sobe à cabeça, as sobrancelhas se curvam apertando os olhos vermelhos de raiva, e, no limiar do descontrole, a gente escolhe não se controlar, falamos tudo o que queremos sem pensar nas conseqüências, ou às vezes até pensamos, mas para falar a verdade, nem nos importamos, “não estamos nem ai”.</p>
<p>Algumas vezes o arrependimento vem no primeiro segundo seguinte, mas o orgulho é grande demais para se calar, e maior ainda para pedir perdão. A essa hora do outro lado da história já tem alguém com o coração negro de raiva e a mágoa já disputa espaço com a sede de justiça própria, para não dizer vingança. E enfim terá a mesma quase incontrolada reação. Quando não, ela irá se calar. Não numa atitude de amor, mas alimentando aquele ódio penetrante, que em breve se tornará a doença da amargura.</p>
<p>Estando ou não com a razão ambos são bons demais para se rebaixar a ponto de pedir perdão. O limite de sua humildade se restringe a expressões como essa: “Eu até pediria perdão, mas eu não estou errado.” “Se me pedir perdão, eu perdôo numa boa.” Sim, já é um começo, mas não é suficiente. Pedir perdão quando a culpa não foi sua talvez seja tão difícil como voltar de um lugar que você nunca foi. Perdoar alguém que expôs sua nudez e rebaixou sua moral parece difícil quando o que você quer mais quer é “retribuir o favor”. O tempo passou e até hoje agente maquina planos mirabolantes de como atingir de alguma forma o ego da pessoa que feriu o nosso.</p>
<p>A gente pode até fingir que não, mas até estar no mesmo lugar te faz um mal danado. Por mais engraçada que seja a piada que ela conte, agente não acha graça nenhuma, e quando acha, segura o riso e mantém a cara fechada. Talvez Shakespeare tivesse razão quando disse que “Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.”Fazer um belo discurso sobre o que Deus acha de tudo isso me faz parecer um fariseu. Mas não me importo muito com isso. O que eu sei é que eu já fui ferido, já feri muitas pessoas, e já vi muitas pessoas se ferindo por causa da falta de amor. Jesus, a personificação do amor, sendo Deus, se rebaixou a posição de homem e sendo homem se rebaixou a condição de o pior dos homens. Ele tinha todas as ustificativas possíveis para não se sujeitar. Ele poderia se quisesse. Mas não quis.</p>
<p>Ele entendeu que se negasse sua reputação, seus prazeres e até sua vida, ele salvaria a muitos. Não é apenas uma questão de princípios, o fato é que nós somos a imagem de Cristo neste mundo. Talvez nem sempre, ou quase nunca consigamos, mas o objetivo é agir identicamente a Ele. Não pense que eu estou sendo legalista e querendo que todo mundo seja “certinho” e tal. Ou melhor, eu quero sim, mas não de forma legalista, tudo isso debaixo da graça e do amor de Deus. É difícil manter a calma quando você está tomado de ira. É difícil perdoar quando você está tomado de mágoa. Sim, é muito difícil, mas não é nada comparado à abnegação de Jesus. Se um dia quisermos ao menos se parecer com Ele, o mínimo que podemos fazer é aquilo que Ele mais fez: AMAR. E não falo daquele amor que você assiste todos os dias na novela das oito ou em um filme qualquer, falo do Amor na sua essência: “Conhecemos o amor nisto: Que Ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos.” Dar a vida, a reputação, o orgulho.</p>
<p>Vale à pena amar. Ainda que você não receba nada em troca, não há maior satisfação do que saber que está tendo a mesma atitude de Jesus. Mas de qualquer maneira, não há quem resista ao magnetismo do amor. Se constantemente agirmos com amor, mais cedo ou mais tarde esse amor dará fruto. É na hora do vamos ver é que é difícil lembrar disso, mas sem esforço, nunca iremos conseguir. O que antes era impossível, com o passar do tempo, após insistente rotina de repetição, ela se torna hábito. Ora ou outra o nosso ego vai tentar mostrar que ele ainda está lá, tentando se esquivar de qualquer tipo de humilhação, mas mal sabe ele que a cada dia que passar ele vai perder o seu espaço em nossos corações. Renunciar à nós mesmo é desgastante, mas é também desproporcionalmente mais gratificante. A maior expressão de Deus em Jesus é o amor, e essa também é a maior revelação de Jesus que as pessoas podem ver em nós. “Vai onde não há amor, e ama!”</p></div>
<div>
Rafael Vilarins</div>
<div></div>
<div>fonte: <a href="http://www.juventudenarocha.com/2010/07/amar-e-perdoar.html">http://www.juventudenarocha.com/2010/07/amar-e-perdoar.html</a></div>
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		<title>A estética do vazio</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 15:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lucas Souza]]></category>
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		<description><![CDATA[A moda agora é ser visto como cult, é ser autêntico por fora, é ter um visual soft. Não é preciso ser nada, basta parecer que é e será o suficiente. No fundo se sabe que para quase todo mundo a aparência é mais importante que a bagagem e que o que tem valor é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><a href="http://www.artecomcristo.com/wp-content/uploads/2010/06/vazio.jpg"><img class="size-medium wp-image-204  alignright" title="vazio" src="http://www.artecomcristo.com/wp-content/uploads/2010/06/vazio-294x300.jpg" alt="" width="294" height="300" /></a></span><span style="color: #000000;">A moda agora é ser visto como cult, é ser autêntico por fora, é ter um visual soft. Não é preciso ser nada, basta parecer que é e </span><span style="color: #000000;">será o suficiente. No fundo se sabe que para quase todo mundo a aparência é mais importante que a bagagem e que o que tem valor é o estar alinhado com as tendências. Não importa se o sujeito é de fato o que parenta ser, e isso de alguma forma é um alívio para o esvaziado. O que se sabe é: ninguém vai de fato gastar muito tempo averiguando sua essência.</span><br />
<span style="color: #000000;">O rapaz foi à faculdade e ouviu sobre inúmeras linhas de pensamento. Viu que os alunos que mais se destacavam como “cabeças” sempre tinham uma frase de Sartre ou Nietzsche na ponta da língua, e a primeira missão foi então decorar algumas para soltá-las à mesa com os amigos à hora mais propícia. Bingo! Ele agora é um pensador! Para cada assunto há uma frase adequada, assimilada com esmero, para cada grupo uma colocação coerente, mesmo que sem coerência alguma com as outras recitadas anteriormente. Ele é adepto da filosofia de picotes – ctrl c + ctrl v – e isso parece bastar.</span><br />
<span style="color: #000000;">É assim na faculdade, e é assim na igreja. Mas na igreja não é coisa de agora, porque o rapaz aprendeu desde pequeno as frases prontas, o que muito o ajudou em suas modernosas elucubrações acadêmicas. Sabe como ninguém colocar uma aleluia no ápice do instante, sem parecer um religioso frio ou demasiadamente pentecostal, o que de fato pegaria mal à sua reputação secular, já que sua professora de sociologia deixou bem clara a conotação implícita de burrice amofinada por detrás da estética “penteca”. Freqüentou inúmeras classes dominicais e sabe a bíblia como poucos – mesmo não a tendo lido de cabo a rabo nenhuma vez sequer. É tido como uma autoridade teológica dentre os de sua congregação, ainda mais agora que a bíblia tornou-se apenas amuleto de enfeite e serve mesmo é para apaziguar a ira do pastor que não aceita de forma alguma ver um crente sem sua espada que não refulge nunca. E esse pastor é como a professora antiga de internato que não suporta ver uma aluna despenteada e sem o laço da cor correta na arrumação dos cabelos castos. Nesse contexto, a Bíblia é tão somente um livro bibelô, e isso basta.</span><br />
<span style="color: #000000;">Ele está satisfeito consigo mesmo e é tido como um varão inquestionável. Um rapaz para casar, dizem as senhoras. Um exemplo a ser seguido, afirma os senhores. É líder exemplar de muitos grupos. E os outros não questionam seu caráter, já que ninguém sabe o que ele faz quando ninguém está vendo – ufa né? – e não fazem idéia do que acontece entre você e sua “corte” no banco de trás do seu carro. Realmente é muito arriscado comprar preservativos na farmácia, e foi deveras mais prático e barato comprar pela internet numa embalagem discreta que você esconde no fundo do armário. Afinal é preciso estar preparado para a hora da tentação, certo? É algo que não se premedita, que acontece naturalmente toda vez que você fica sozinho com ela. E vocês saem sozinhos quantos dias mesmo? Todos?</span><br />
<span style="color: #000000;">Muitas vezes tudo isso pesa, e o rapaz sente o peso do mundo sobre os ombros. Há meses não consegue fazer uma oração que não seja a de pedir perdão pelos seus pecados, já que as feitas publicamente não contam: são parte da estética da obrigação. Suas súplicas são velozes, e o pedido de perdão serve apenas como autorização para poder praticá-lo novamente, o mesmo vício.</span><br />
<span style="color: #000000;">E a história do rapaz prossegue vida afora. É um eixo que evolui na prática do giro, chegando ao que se chama de maturidade plena: a suprema evolução da casca a soterrar o vazio que há por dentro.</span><br />
<span style="color: #000000;">Esse é um dos retratos da geração de hoje. Ela vive o chamado avivamento como estética apenas, como um casaco de alguns instantes a ser esquecido no armário por um longo período, ao uso da conveniência estética, é claro.</span><br />
<span style="color: #000000;">Tenho encontrado vários desses por onde passo, e o engraçado é pensarem que faço parte de suas trupes. Dentre todos, os filósofos de plantão são os mais chatos, principalmente quando vêm com as frases celebres e puídas dos evangelistas norte-americanos, e seus métodos, e seus sofismas, e seus discursos acéfalos.</span><br />
<span style="color: #000000;">Fique claro que não me excluo do todo, até porque também sofro a tentação pelo vazio. O vazio é mais fácil, é mais prático. Mas do início ao fim, será sempre vazio.</span><br />
<span style="color: #000000;">Aonde eles vão parar, não sei. Mas pela Graça hoje sei aonde vou seguindo.</span><br />
<span style="color: #000000;">E você, leitor, sabe onde vai parar?</span><br />
<span style="color: #000000;">Insisto em dizer que agora é tempo de parar para pensar e olhar para dentro. Que cada um reconheça com clareza o que se vive, porque a nossa valiosa estética para o Emmanuel, o Deus conosco, é puro lixo. E lixo não reciclável. Será preciso desnudar-se por completo para então vestir-se de linho fino, puro e resplandecente, vestes estas doadas somente por Ele, que nos remeterão à Justiça.</span><br />
<span style="color: #000000;">Por fim, que seja feita toda justiça, para Ele e por Ele.</span><br />
<span style="color: #000000;">Nele que nos faz ver,</span><br />
<em><span style="color: #000000;">Lucas Souza</span></em></p>
<p><em><br />
</em> <span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">fonte: <a href="http://lucassouza.wordpress.com/2010/05/28/a-estetica-do-vazio/" target="_blank">http://lucassouza.wordpress.com/2010/05/28/a-estetica-do-vazio</a></span><br />
</span></p>
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		<title>Carta ao Apóstolo Paulo</title>
		<link>http://www.artecomcristo.com/2010/03/carta-ao-apostolo-paulo/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 22:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guga Tribus]]></category>
		<category><![CDATA[Junta de Missões Mundiais]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Conta-se que o Apóstolo Paulo enviou seu currículo para a Junta de Missões Mundiais de certa denominação, oferecendo-se para trabalhar como missionário. Depois de algumas semanas, o Secretário da Junta escreveu-lhe esta carta, justificando por que não poderia aceitá-lo. Ao Reverendo Saulo Paulo Missionário Independente Roma, Itália Caro Sr. Paulo: Recebemos recentemente seu currículo, exemplares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.artecomcristo.com/wp-content/uploads/2010/03/pergaminho.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-122" title="pergaminho" src="http://www.artecomcristo.com.br/vidacrista/rolim/wp-content/uploads/2010/03/pergaminho-208x300.gif" alt="" width="208" height="300" /></a></p>
<p>Conta-se que o Apóstolo Paulo enviou seu currículo para a Junta de Missões Mundiais de certa denominação, oferecendo-se para trabalhar como missionário. Depois de algumas semanas, o Secretário da Junta escreveu-lhe esta carta, justificando por que não poderia aceitá-lo.</p>
<p>Ao Reverendo Saulo Paulo</p>
<p>Missionário Independente</p>
<p>Roma, Itália</p>
<p>Caro Sr. Paulo:</p>
<p>Recebemos recentemente seu currículo, exemplares de seus livros e o pedido para ser sustentado pela nossa Junta como missionário na Espanha.</p>
<p>Adotamos a política da franqueza com todos os candidatos. Fizemos uma pesquisa exaustiva no seu caso. Para ser bem claro, estamos surpresos que o senhor tenha conseguido até aqui &#8220;passar&#8221; como missionário independente.</p>
<p>Soubemos que sofre de uma deficiência visual que, algumas vezes, o incapacita até para escrever. Essa certamente é uma deficiência grande para qualquer pessoa. Nossa Junta requer que o candidato tenha boa visão, ou que possa usar lentes corretoras.</p>
<p>Em Antioquia, o senhor provocou um entrevero com Simão Pedro, um pastor muito estimado na cidade, chegando a repreendê-lo em público. O senhor provocou tantos problemas que foi necessário convocar uma reunião especial da Junta de Apóstolos e Presbíteros em Jerusalém. Não podemos apoiar esse tipo de atitude.</p>
<p>Acha que é adequado para um missionário trabalhar meio-período em uma atividade secular? Soubemos que fabrica tendas para complementar seu sustento. Em sua carta à igreja de Filipos, o senhor admite que aquela é a única igreja que lhe dá algum suporte financeiro. Não entendemos o porquê, já que serviu a tantas igrejas.</p>
<p>É verdade que já esteve preso diversas vezes? Alguns irmãos nos disseram que passou dois anos na cadeia em Cesaréia e que também esteve preso em Roma, e em outros lugares. Não achamos adequado que um missionário da nossa Junta tenha folha corrida na Polícia.</p>
<p>O senhor causou tantos problemas para os artesãos em Éfeso que eles o chamavam de &#8220;o homem que virou o mundo de cabeça para baixo&#8221;. Sensacionalismo é totalmente desnecessário em Missões. Deploramos, também, o vergonhoso episódio de fugir de Damasco escondido em um grande cesto.</p>
<p>Estamos admirados em ver sua falta de atitude conciliatória. Os homens elegantes e que sabem contemporizar não são apedrejados ou arrastados para fora dos portões da cidade, tampouco são atacados por multidões enfurecidas. Alguma vez parou para pensar que palavras mais amenas poderiam ganhar mais ouvintes? Remeto-lhe um exemplar do excelente livro &#8220;Como Ganhar os Judeus e Influenciar os Gentios&#8221;, de Dálio Carnego.</p>
<p>Em uma de suas cartas, o senhor referencia a si mesmo como &#8220;Paulo, o velho&#8221;. As normas de nossa Missão não permitem a contratação de missionários além de certa idade.</p>
<p>Percebemos que é dado a fantasias e visões. Em Trôade, viu &#8220;um homem da Macedônia&#8221; e em outra ocasião diz que &#8220;foi levado até o Terceiro Céu e que ouviu palavras inefáveis&#8221;. Afirma ainda que viu o Senhor e que ele o confortou. Achamos que a obra de evangelização mundial requer pessoas mais realistas e de mente mais prática.</p>
<p>Em toda a parte por onde andou, o senhor provocou muitos problemas. Em Jerusalém, entrou em conflito com os líderes do seu próprio povo. Se alguém não consegue se relacionar bem com seu próprio povo, como pode querer servir no exterior? Dizem que tem o poder de manipular serpentes. Na ilha de Malta, ao apanhar lenha, uma víbora se enroscou no seu braço, picou-o, mas nada lhe ocorreu. Isso soa muito estranho para nós.</p>
<p>O senhor admite que enquanto esteve preso em Roma, &#8220;todos o esqueceram&#8221;. Os homens bons nunca são esquecidos pelos seus amigos. Três excelentes irmãos, Diótrefes, Demas e Alexandre, o latoeiro, disseram-nos que acharam impossível trabalhar com o senhor e com seus planos mirabolantes.</p>
<p>Soubemos que teve uma discussão amarga com um colega missionário chamado Barnabé e que acabaram encerrando uma longa parceria. Palavras duras não ajudam em nada a expansão da obra de Deus.</p>
<p>O senhor escreveu muitas cartas às igrejas onde trabalhou como pastor. Em uma delas, acusou um dos membros de viver com a mulher de seu falecido pai, o que fez a igreja ficar muito constrangida e a excluir o pobre rapaz.</p>
<p>O senhor perde muito tempo falando sobre a segunda vinda de Cristo. Suas duas cartas à igreja de Tessalônica são quase totalmente devotadas a esse tema. Em nossas igrejas, raramente falamos sobre esse assunto, que consideramos de menor importância.</p>
<p>Analisando friamente seu ministério, vemos que é errático e de pouca duração em cada lugar. Primeiro, a Síria, depois, Chipre, vastas regiões da Turquia, Macedônia, Grécia, Itália, e agora o senhor fala em ir à Espanha. Achamos que a concentração é mais importante do que a dissipação dos esforços. Não se pode querer abraçar o mundo inteiro sozinho.</p>
<p>Em um sermão recente, o senhor disse &#8220;Longe de mim gloriar-me, a não ser na cruz de Cristo&#8221;. Achamos justo que possamos nos gloriar na história da nossa denominação, no nosso orçamento unificado, no nosso Plano Cooperativo e nos esforços para criarmos a Federação Mundial das Igrejas.</p>
<p>Seus sermões são muito longos. Em certa ocasião, um rapaz que estava sentado em um lugar alto, adormeceu após ouvi-lo por várias horas, caiu e quase quebrou o pescoço. Já está provado que as pessoas perdem a capacidade de concentração após trinta ou quarenta minutos, no máximo. Nossa recomendação aos nossos missionários é: Levante-se, fale por trinta minutos, e feche a boca em seguida.</p>
<p>O Dr. Lucas nos informou que o senhor é um homem de estatura baixa, calvo, de aparência desprezível, de saúde frágil e que está sempre agitado, preocupado com as igrejas e que nem consegue dormir direito à noite. Ele nos disse que o senhor costuma levantar durante a madrugada para orar. Achamos que o ideal para um missionário é ter uma mente saudável em um corpo robusto. Uma boa noite de sono também é indispensável para garantir a disposição no trabalho no dia seguinte.</p>
<p>A Junta prefere enviar somente homens casados aos campos missionários. Não compreendemos nem aceitamos sua decisão de ser um celibatário permanente. Soubemos que Elimas, o Mágico, abriu uma agência matrimonial para pessoas cristãs aí em Roma e que tem nomes de excelentes mulheres solteiras e viúvas no cadastro. Talvez o senhor devesse procurá-lo.</p>
<p>Recentemente, o senhor escreveu a Timóteo dizendo que &#8220;lutou o bom combate&#8221;. Dificilmente pode-se dizer que a luta seja algo recomendável a um missionário. Nenhuma luta é boa. Jesus veio, não para trazer a espada, mas a paz. O senhor diz &#8220;lutei contra as bestas feras em Éfeso&#8221;. Que raios quer dizer com essa expressão?</p>
<p>Pesa-me muito dizer isto, irmão Paulo, mas em meus vinte e cinco anos de experiência, nunca encontrei um homem tão oposto às qualificações desejadas pela nossa Junta de Missões Mundiais. Se o aceitássemos, estaríamos quebrando todas as regras da prática missionária moderna.</p>
<p>Sinceramente,</p>
<p>A. Q. Cabeçadura</p>
<p>Secretário da Junta de Missões Mundiais</p>
<p>Autor: Anônimo</p>
<p><strong>Fonte: </strong>http://www.espada.eti.br/cartaplo.asp</p>
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		<title>Romanos 12</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 19:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guga Tribus]]></category>
		<category><![CDATA[romanos]]></category>
		<category><![CDATA[sacrifício]]></category>

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		<description><![CDATA[Vivemos dias de crescimento, avanços tecnológicos e mudanças constantes; e, cada vez mais, o egocentrismo e a individualidade atacam a nossa sociedade que vive em uma geração consumista, materialista e libertina. O mundo nos oferece um ‘menu’ com pratos variados e saborosos, tentadores aos nossos olhos, cristãos ou mundanos, a proximidade de informações e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.artecomcristo.com/wp-content/uploads/2010/02/minist_rios.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-107" title="romanos 12" src="http://www.artecomcristo.com.br/vidacrista/rolim/wp-content/uploads/2010/02/minist_rios-300x299.jpg" alt="" width="300" height="299" /></a></p>
<p>Vivemos dias de crescimento, avanços tecnológicos e mudanças constantes; e, cada vez mais, o egocentrismo e a individualidade atacam a nossa sociedade que vive em uma geração consumista, materialista e libertina. O mundo nos oferece um ‘menu’ com pratos variados e saborosos, tentadores aos nossos olhos, cristãos ou mundanos, a proximidade de informações e a facilidade em consegui-las nos tornou pessoas iguais, onde as diferenças encontram-se nos detalhes e, por muito pouco, não se vêem . Um tempo em que progredir significa pisar nos outros e que não se faz questão nenhuma de se manter a  cordialidade, a humildade e a bondade; atributos que são vistos como fraquezas contrapondo a alegria verdadeira não mais encontrada com a mesma facilidade de outrora.</p>
<p>Paulo, em Romanos 12, nos implora, rogando para que apresentemos nossos corpos como sacrifício vivo, santo. Isso significa algo doloroso para nossa carne onde em outro momento ele fala: “- morrer é lucro e viver é Cristo”. Sacrifício aponta para dor e morte. Um sacrifício vivo aponta para algo mais doloroso e mais difícil.</p>
<p>Se pensarmos que a morte é um fim, sacrificar vivo é como um ‘término sem final’, é o morrer da carne, de nossas vontades, da nossa justiça própria; isso tudo consciente de suas escolhas, como um culto racional, algo pensado, uma decisão de caminhar propositalmente na contra-mão e logo transformar nosso entendimento de uma forma que aquilo que consideramos valores sejam mudados.</p>
<p>Isso fará com que experimentemos a boa, perfeita e agradável vontade do Pai. A condição colocada em forma de suplica a nós por Paulo mostra que a grande dificuldade que enfrentamos creio não estar em atitudes educadas ou em boas ações, contudo, está na forma de nós pensarmos, nos conceitos que cremos e nos paradigmas que alimentamos ao longo dos anos vivendo um cristianismo de fachada e de motivação, nos escondendo atrás de moveres e tempos proféticos que, realmente existem e vem da parte de Deus, entretanto, servem para muitos como um escudo e fortaleza.  Somos convidados e incentivados, sim, por um Jesus que nos deu o direito legal de não vivermos conforme o curso deste mundo, mas transformando-nos pela renovação da nossa mente.</p>
<p>Nesse ponto você deve estar pensando como eu, em como alguém pode colocar as coisas da vida desta forma. Será que essa pessoa não tem pecado? Pelo contrário, continuo a escrever com base no vs. 3, onde pela graça e pelo sangue do cordeiro, entro com ousadia no santo dos santos. Não sou melhor que ninguém.</p>
<p>Seguindo o texto entendemos porque Paulo segue nessa linha de unidade e de explicações, para que depois desta forte palavra houvesse total compreensão por parte da igreja em Roma e, assim como ele foi chamado para exortar e ensinar, que outros pudessem seguir corajosamente seu exemplo e, executassem de forma que os resultados favorecessem ao reino e não ao detentor do dom. Para acima da intensidade e da convicção que cada um tem em sua habilidade espiritual, não interfira de forma negativa nem contrária ao crescimento do corpo, que é a noiva, a igreja.</p>
<p>Com isso ele isentou a facilidade em executar todas as coisa no reino, pois além de enfatizar que por utilizarmos nossos dons teríamos perseguidores, temos que abençoá-los; isso para nos humilhar e nos colocar na posição correta e, transformar algo que traria orgulho e precederia uma queda, em algo honroso, de maneira que nos faça ‘apresentarmos como sacrifício vivo, santo e agradável, de forma pensada e como escolha própria, e transformando nossa mente para experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus’. Quando estamos certos abrimos mão disso para sermos mais parecidos com Ele; quando temos uma oportunidade para nós, pensamos no próximo; uma vida de negação e renúncia, feita de sacrifícios e mortes, recompensados por vivermos a boa, perfeita e agradável vontade dAquele que criou todo o universo e que detém em Suas mãos o controle de tudo e de todos, regado ainda de uma herança sem igual.</p>
<p>Fica aqui a pergunta: vale a pena?</p>
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		<title>BatePapo #18.2 – Cia Catavento</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 13:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela</dc:creator>
				<category><![CDATA[BatePapo]]></category>
		<category><![CDATA[Carol Gualberto]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Nacional de Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória Meireles]]></category>

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		<description><![CDATA[Final do bate papo que rolou com a Carol Gualberto e a Vitória Meireles do Catavento Dança &#38; Pesquisa no Festival Nacional de Artes em Jundiaí &#8211; SP. Assista ao vídeo: O Arte Com Cristo, primeiro portal cristão de artes, vem por meio deste comunicar a remoção do videocast da entrevista que aqui estava. Nós [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p>Final do bate papo que rolou com a Carol Gualberto e a Vitória Meireles do Catavento Dança &amp; Pesquisa no Festival Nacional de Artes em Jundiaí &#8211; SP.</p>
<p style="text-align: center;">
<p>Assista ao vídeo:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong>O Arte Com Cristo, primeiro portal cristão de artes, vem por meio deste comunicar a remoção do videocast da entrevista que aqui estava. Nós idealizadores do Portal AC percebemos que o vídeo em questão criou uma polêmica não saudável, fugindo no nosso objetivo principal.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Não gostaríamos que ninguém e nenhum ministério de artes se sinta ofendido com o conteúdo do nosso portal. Por isso nos reservamos ao direito de remover o material aqui postado.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Também salientamos o perfil informal, irreverente e descontraído de se transmitir nosso conteúdo.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Equipe AC</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
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		<title>BatePapo #17.2 – Circo</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 21:41:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela</dc:creator>
				<category><![CDATA[BatePapo]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Sugawara]]></category>
		<category><![CDATA[circo]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Nacional de Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Bregantim]]></category>

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		<description><![CDATA[Última parte do papo com o Carlos Sugawara e Filipe Bregantim no Festival Nacional de Artes em Jundiaí &#8211; SP. Assista ao vídeo:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p>Última parte do papo com o Carlos Sugawara e Filipe Bregantim no Festival Nacional de Artes em Jundiaí &#8211; SP.</p>
<p style="text-align: center;">
<p>Assista ao vídeo:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="500" height="281" src="http://www.videolog.tv/v/index.php?id_video=503028" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><p><a href="http://www.videolog.tv/video?503028">Veja o Video no Videolog.tv</a>.</p></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
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		<title>Bastidores #6.2 – Festival de Artes</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 16:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bastidores]]></category>
		<category><![CDATA[circo]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Nacional de Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Bregantim]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja o que rolou nos bastidores da TV AC antes do bate-papo sobre circo no Festival Nacional de Artes. Assista ao vídeo:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p>Veja o que rolou nos bastidores da TV AC antes do bate-papo sobre circo no Festival Nacional de Artes.</p>
<p style="text-align: center;">
<p>Assista ao vídeo:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="500" height="281" src="http://www.videolog.tv/v/index.php?id_video=502932" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><p><a href="http://www.videolog.tv/video?502932">Veja o Video no Videolog.tv</a>.</p></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
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		<title>BatePapo #18.1 – Cia Catavento</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 15:11:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela</dc:creator>
				<category><![CDATA[BatePapo]]></category>
		<category><![CDATA[Carol Gualberto]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Nacional de Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória Meireles]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira o bate papo que rolou com a Carol Gualberto e a Vitória Meireles do Catavento Dança &#38; Pesquisa no Festival Nacional de Artes em Jundiaí &#8211; SP. Assista ao vídeo: O Arte Com Cristo, primeiro portal cristão de artes, vem por meio deste comunicar a remoção do videocast da entrevista que aqui estava. Nós [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p>Confira o bate papo que rolou com a Carol Gualberto e a Vitória Meireles do Catavento Dança &amp; Pesquisa no Festival Nacional de Artes em Jundiaí &#8211; SP.</p>
<p style="text-align: center;">
<p>Assista ao vídeo:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong>O Arte Com Cristo, primeiro portal cristão de artes, vem por meio deste comunicar a remoção do videocast da entrevista que aqui estava. Nós idealizadores do Portal AC percebemos que o vídeo em questão criou uma polêmica não saudável, fugindo no nosso objetivo principal.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Não gostaríamos que ninguém e nenhum ministério de artes se sinta ofendido com o conteúdo do nosso portal. Por isso nos reservamos ao direito de remover o material aqui postado.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Também salientamos o perfil informal, irreverente e descontraído de se transmitir nosso conteúdo.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Equipe AC</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
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